terça-feira, 18 de agosto de 2026

O inventário das almas



São tantos os momentos de uma vida,

Uma arte carregar o passado com delicadeza.

Levamos na lembrança as mais diversas cenas,

Mesmo histórias inacabadas se acalmam, fundindo-se à natureza.



Cada ser traz em si um inventário existencial,

Os caminhos para reencontrar o bem são sempre incertos em cada história.

Ao olhar para trás, reconhecemos vivências recheadas de experiências.

O grande paradoxo: aceitação plena do que se foi e do que deve permanecer na memória.



O tempo nos leva a refletir sobre as experiências acumuladas,

E, muito mais, sobre as pessoas que delas fizeram parte.

Bem sabemos que o caminho para a realização pessoal e efetiva é longo;

Enfim, a vida identifica esse sentimento como o amor: a suprema arte.



Difícil tecer uma síntese filosófica de uma história;

A experiência humana é tão vasta quanto a própria natureza.

A essência das pessoas se dilui pelo tempo, memórias e afetos;

A passagem pelo sistema faz da maturidade uma beleza.



Manter a chama acesa é um desafio diário,

Apesar das decepções, presenciamos também momentos felizes.

A esperança é um estado de espírito persistente e universal;

Em todas as culturas, o amor é o ponto inicial de todas as diretrizes.



Finalizando, cada história traz consigo uma busca;

Ela não é linear: o equilíbrio dita parte das normas do bem-querer.

As reflexões são o resultado de um tempo de observações;

O amor é a suprema arte, justificando nosso dia, nossos amigos e nosso viver.



Manoel Claudio Vieira 18/08/26 - 03:15





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