São tantos os momentos de uma vida,
Uma arte carregar o passado com delicadeza.
Levamos na lembrança as mais diversas cenas,
Mesmo histórias inacabadas se acalmam, fundindo-se à natureza.
Cada ser traz em si um inventário existencial,
Os caminhos para reencontrar o bem são sempre incertos em cada história.
Ao olhar para trás, reconhecemos vivências recheadas de experiências.
O grande paradoxo: aceitação plena do que se foi e do que deve permanecer na memória.
O tempo nos leva a refletir sobre as experiências acumuladas,
E, muito mais, sobre as pessoas que delas fizeram parte.
Bem sabemos que o caminho para a realização pessoal e efetiva é longo;
Enfim, a vida identifica esse sentimento como o amor: a suprema arte.
Difícil tecer uma síntese filosófica de uma história;
A experiência humana é tão vasta quanto a própria natureza.
A essência das pessoas se dilui pelo tempo, memórias e afetos;
A passagem pelo sistema faz da maturidade uma beleza.
Manter a chama acesa é um desafio diário,
Apesar das decepções, presenciamos também momentos felizes.
A esperança é um estado de espírito persistente e universal;
Em todas as culturas, o amor é o ponto inicial de todas as diretrizes.
Finalizando, cada história traz consigo uma busca;
Ela não é linear: o equilíbrio dita parte das normas do bem-querer.
As reflexões são o resultado de um tempo de observações;
O amor é a suprema arte, justificando nosso dia, nossos amigos e nosso viver.
Manoel Claudio Vieira 18/08/26 - 03:15
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