Dentre as muitas lendas urbanas,
Nossa história é facilmente delineada pela semelhança com a vida de uma mulher.
com ternura e profundidade a alma de um povo
É pouco ao narrar sua resiliência frente às agruras de um mundo visto pelo viés.
A capacidade de buscar uma solução que se ajuste a um problema,
Entender os obstáculos implícitos nas entrelinhas de uma questão,
Ter o controle dos meios ao se resgatar o equilíbrio frente ao desconforto,
Dar rédeas aos problemas de forma saudável e construtiva, sem uso da vitimização
É ter os pés no chão em face da fragilidade humana
Analisar os anos como estágios deste mundo,
Recusar o cinismo do adulto mantendo a pureza e a ingenuidade da criança,
E manter o espírito de aprendiz numa sociedade gira-mundo
É ter amor às jovens promessas do futuro
E explanar o amor não só em palavras, mas em toda ação;
É saber domar o vento frente às tempestades da história
E renovar a esperança a cada passo que se dá nesse chão.
Liberdade e futuro jamais teremos garantidos
Manter viva a capacidade de se indignar
Romper os preceitos de barreiras não vividas
Respeitar o alheio sem, no entanto a ele se entregar.
Sensível a dor e no cultivo de um mundo melhor
A escolha é bela, porem carrega uma dualidade profunda:
Se de um lado a vida e rica e não perde o brilho em significado
Pelo outro corre-se o risco de sofrer por antecipação pelo que já se viu no passado
Seja onde for, seja como for
A vida nos reserva o que um dia foi semeado
Não temos receita pronta para um mundo tão complexo, porém
Viva sua historia como herói de si mesmo amando e sendo amado.
Manoel Cláudio Vieira – 22/05/26 – 02:42h
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