Chove lá fora...o vento sopra balançando a folhagem do
jardim
As estações se sucedem, somos como o tempo
Penso que a vida nos leva avançar e sermos fortes
As aguas rolando trazem a saudades daqueles ternos momentos
Amedrontados, muitos se comportam como um nada procurando alguém
Outros buscando um espelho no amor de um homem por uma
mulher
Esquecem que essa procura muitas vezes vai muito mais além e
fere...
O medo de sofrer traz de volta o receio de volver amar
Apegados a sonhos, lembranças que poderíamos ter esquecido
vem à tona
Toque ao toque, o prazer da companhia, a vontade de estar
junto e viver
Saudade dos velhos tempos, não do amor que se foi
A forma como éramos livres, leves e soltos em nosso ser
Seres humanos são criaturas incríveis
Quando sós, mostram sinceridade na busca de alguém
Os sentimentos fluem forte, intensos, verdadeiros
Porem quando juntos, após um tempo, o amor amorna e se
tratam com desdém
Sou o vento que sopra, o poeta contando a vida
Aquele que descreve o prazer de amar curtindo a lenta
aproximação
O artífice da paz enaltecendo o valor daquele ao nosso lado
As juras de amor esquecidas relembrando que por mais difícil,
temos um coração.
Manoel Claudio Vieira – 09/11/25 – 05:20h
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