segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

Quem ama não esquece


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Um nome bonito para algo tão feio

Até parece que a liberdade se conquista do nada

A vida é uma entrega diária, não permite tantos rodeios

Um segundo olhar, uma outra vez muda nossa forma de ser


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Fio invisível que nos conecta ao belo

Tudo em nossa história é feito por momentos

Quem sabe ouvir, também sabe apreciar

Palavras de afeto são como sussurros aliviando tormentos 


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A canção dos ventos, o invisível dando forma ao presente

A luz irradiando vida ao espaço

Há sempre um alguém em busca de algo semelhante ao amor

E o elo da afeição dando seu tempero as interações entre beijos e abraços


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Somos de um tempo onde cultivávamos sentimentos

Era importante ler o que havia por trás das palavras

Nem sempre o desconhecido vinha à tona facilmente

A vida nos tornava mais humanos ao interagir além de nossas falas


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Época romântica onde não nos sentíamos ultrapassados ao dizer “eu te amo”

Rostos colados, corações juntinhos, a vida transcorria

Hoje, cabelos grisalhos, sonho dourado, rosto naturalmente envelhecido

Benditos os que ainda declaram seu amor sem nostalgia


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Viva as diferenças, cultive o amor e os sentimentos presentes em seu coração

Talvez eu seja mais um visionário procurando nas palavras o esboço de um mundo ideal

Porém, seja forte o bastante para encarar esse mundo e o que pensam as pessoas

Seja onde for, como for, viva sua história que o destino te livrara de todo mal


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 Manoel Claudio Vieira – 08/12/25 – 04:16h

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