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Um nome bonito para algo tão feio
Até parece que a liberdade se conquista do nada
A vida é uma entrega diária, não permite tantos rodeios
Um segundo olhar, uma outra vez muda nossa forma de ser
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Fio invisível que nos conecta ao belo
Tudo em nossa história é feito por momentos
Quem sabe ouvir, também sabe apreciar
Palavras de afeto são como sussurros aliviando tormentos
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A canção dos ventos, o invisível dando forma ao presente
A luz irradiando vida ao espaço
Há sempre um alguém em busca de algo semelhante ao amor
E o elo da afeição dando seu tempero as interações entre beijos e abraços
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Somos de um tempo onde cultivávamos sentimentos
Era importante ler o que havia por trás das palavras
Nem sempre o desconhecido vinha à tona facilmente
A vida nos tornava mais humanos ao interagir além de nossas falas
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Época romântica onde não nos sentíamos ultrapassados ao dizer “eu te amo”
Rostos colados, corações juntinhos, a vida transcorria
Hoje, cabelos grisalhos, sonho dourado, rosto naturalmente envelhecido
Benditos os que ainda declaram seu amor sem nostalgia
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Viva as diferenças, cultive o amor e os sentimentos presentes em seu coração
Talvez eu seja mais um visionário procurando nas palavras o esboço de um mundo ideal
Porém, seja forte o bastante para encarar esse mundo e o que pensam as pessoas
Seja onde for, como for, viva sua história que o destino te livrara de todo mal
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Manoel Claudio Vieira – 08/12/25 – 04:16h
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