Seja com o divino, seja com sua própria essência
Na história o homem continuamente busca uma razão
Ao reconhecer sua vulnerabilidade frente ao mundo onde vive
Submerso em culpas, busca refúgio em Deus ao ouvir tantos nãos
Reflexão profunda sobre sua condição
Explora a dualidade entre a fragilidade e a própria transcendência
Num emaranhado de palavras, com pés no chão finca sua história, porém
Quando percebe sua total incapacidade, ao divino entrega sua existência
Carrega o peso das escolhas e não das culpas
Frustrado pelas pessoas que confiou, porém se mostraram laço
Nenhuma conclusão fechada, mas um ponto de partida
Destino: abandonado à própria sorte ao dirigir seus próprios passos.
Condenados a ser livres,
Essa liberdade ganhou ares de infortúnio
Quem não foi criado com proposito especifico
Ao escolher um caminho, em sua vida foi feito esbulho
O mundo vive um completo absurdo
Ao se tornar regra, a perda do controle transformou pessoas em objetos
Sartre um dia proferiu “O que importa não é o que fizeram de nós, mas o que nós fazemos com o que fizeram de nós".
Deixamos de ser nos mesmos para ser o que o outro vê, massa de dejetos
Manoel Claudio Vieira – 111/01/26 – 05:02h
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