Inúmeras as vezes onde sentimos vontade de desistir
Abrimos os olhos quando o trem da vida passou pela nossa estação
Esperamos tanto que esquecemos nossos próprios momentos
Deixamos de viver nosso destino pensando no quanto perdíamos vivendo em vão
Nunca foi novidade para ninguém ouvir o quanto estávamos cansados
Afinal de contas, a vida foi sempre um eterno dilema
O que de novo acontecia raramente era visto como bom
Decifrar o presente era visto como afronta ao sistema
“Preciso ir embora, tenho que seguir em frente”
Quando se perde o compasso do tempo, a vida também vai embora
O medo de encarar o novo assusta quem acordou sem entender onde esteve
Ou se vive com o que se tem ou perde sua vida deixando para trás o que ficou na memória.
Quando se perde seus bens em função de algo novo
Normal sentir saudades do que foi deixado para trás
O problema é quando se troca o certo pelo duvidoso
Entrando na conversa de quem o iludiu procurando tirar nossa paz
Inúmeras foram as vezes onde dissemos adeus
Em todas procuramos sorrir para não chorar
Conhecemos bem o quanto o sentimento do esquecimento e abandono proporciona
Por um tempo paramos... começar de novo pois o tempo não volta atrás
E' aí que a roda pega... Esse tempo já não existe
O tempo para trás é infinitamente maior que teremos para frente
O erro deve ser o mínimo possível, as estratégias melhor elaboradas
Apegue-se firmemente ao que tem... juntos somos mais fortes, menos tementes
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Manoel Cláudio Vieira - 13/12/25 - 01:44h
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