Um dia nos disseram que o amor era livre
Que foi a necessidade latente em todas as gerações
Mas nunca disseram que também poderia ser uma visão dolorosa delineada pela ausência
Bem mais marcada pelo medo do que pela falta de compreensão
São tantos os sentimentos marcados durante uma vida
Quando não encontramos empatia, o amor torna-se uma experiencia solitária
Quem ama quer se mostrar por inteiro, sem medo de se entregar
Mas nem sempre consegue a plenitude merecida de um amor verdadeiro
Em sua essência, o amor não cura tudo
Amar também não garante ser um sentimento de compreensão e alivio da dor
Mostra também a fragilidade entre o desejo de amar e o medo de ferir
Aqueles que tão somente enxergam a superfície e não o interior.
Bem diz o ditado: “O medo de perder tira a vontade de ganhar’
O “abrir” assusta pois pode ferir bem como ser ferido
A bagagem cultural, emocional e afetiva muito conta
É o que pode tornar a relação um misto de sentimentos contidos e reprimidos
Queria ter duas vidas – uma para treinar, outra para viver
Na primeira, escrever historias, na outra ser interprete de mim mesmo
Dialogando com vivencias, ser o dono de meu próprio nariz
Vivendo em paz, sem comparações, porém como eterno aprendiz
Manoel Cláudio Vieira - 20/12/25 - 02;04h
.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Esteja a vontade para escrever seu comentário