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Perdas transformadas em luto,
palavras convertidas em arte e valor.
Quando solitários, a mente navega por histórias antigas,
onde permanecer de pé era um desafio à própria dor.
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Quando o amor não se rompe pela ausência,
quando todas as conquistas não parecem nada,
quando o essencial ainda falta,
todo dia é um novo dia, uma nova jornada.
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Todo ser humano busca na vida um significado,
porém o desejo de acreditar se contradiz com verdades absolutas.
É aí que reside uma das maiores dificuldades presentes:
essa busca jamais se encerra, é uma eterna labuta.
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Pensamentos nos conduzem a novas reflexões;
estas não podem ser negadas nem reprimidas.
São frutos criados e desenvolvidos por mentes pensantes, onde
a dor, mesmo presente, não se transforma em raiva, pois há uma aceitação progressiva.
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A vida, nossa história, nela encontramos o sentido da transcendência.
Dor e prazer, cada qual vai muito além de um sentimento imediato.
Certas escolhas nos deram a ilusão de um pseudo-controle,
eterna luta entre o que se quer no momento e o amadurecimento como um fato.
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Vivemos numa eterna busca interior.
Quando inquietos, nem sempre a realidade convence.
A ternura, como continuidade emocional, é um bálsamo que sacia.
Viva sua história coexistindo com o que encontrar pela frente.
Manoel Claudio Vieira - 28/12/25 - 00:58h
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